O Grupo de Trabalho Interdisciplinar em Métodos Quantitativos aplicados às Ciências Sociais (gMStat) é uma iniciativa inclusiva que reúne pesquisadores, gestores, professores, profissionais e estudantes de diversas áreas do conhecimento, com o objetivo de promover a cooperação e a interdisciplinaridade no tratamento e exploração de dados. Em um contexto de crescimento acelerado da disponibilidade de informações e de avanços importantes nas metodologias, buscamos ampliar o interesse na transformação de dados em conhecimento acessível a todos. Nosso foco é a aplicação rigorosa de métodos quantitativos para a interpretação de dados, com ênfase particular no desenvolvimento de soluções inovadoras que permitam uma exploração mais profunda e precisa das informações. Atuamos, também, na difusão do pensamento estatístico e na criação de ferramentas didáticas que promovam a educação estatística para a cidadania, contribuindo para uma sociedade mais consciente e informada.
Objetivo
Estabelecer e consolidar um grupo de estudos e pesquisa dedicado à aplicação de métodos quantitativo-estatísticos nas ciências sociais, por meio da realização de programas de capacitação, revisão sistemática da literatura, exploração de inovações tecnológicas e elaboração de materiais didáticos e científicos voltados à divulgação dos resultados e avanços na área de metodológica.
Equipe
Conheça os membros que já fazem parte do gMStat e contribuem para o avanço dos métodos quantitativos aplicados às ciências sociais:
Francisco Brandão
trabalha como jornalista e cientista de dados na Câmara dos Deputados, desde 2005. Seus interesses de pesquisa são comunicação política, pesquisa digital, política comparada e eleições Foi pesquisador associado (2022-23) no projeto PANCOPOP – Comunicação Populista em Tempos de Populismo.
Marcela Machado
Atua como professora do Instituto de Ciência Política da UnB e diretora de Estudos e Políticas Sociais no IPEDF Codeplan. Seus interesses de pesquisa incluem eleições, estudos legislativos, comunicação política, políticas públicas e metodologia de pesquisa.
Matheus Martins Ferreira
Trabalha no cargo “Atividades Técnicas de Complexidade Intelectual” no Ministério da Cultura. Tem interesse em análise de dados, gestão pública, políticas públicas, métodos de pesquisa e filosofia política.
Carlos M. Batista
Professor titular do Instituto de Ciência Política da UnB. Trabalhou na administração pública nos Ministérios da Agricultura, Ciência & Tecnologia e Fazenda, (1976-1992). Suas áreas de interesse são tecnologias de informação e comunicação – TIC, políticas de governo e metodologia quantitativa.
Marcelo Grangeiro Quirino
Foi professor na UFSC, na UnB e na UCB-Brasília. Trabalhou na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - Capes/MEC (1991-2019). Faz parte do Instituto Histórico e Geográfico do DF (IHGDF). Suas áreas de interesse são modelos matemáticos e Metodologia Multicritério de Apoio a Decisão (MCDA).
Regina Claudia Gondim B. Farias
Trabalhou como Auditora Federal de Controle Externo do TCU (1989-2018). Sua área de pesquisa é violência contra a mulher e a atuação do judiciário frente a violência de gênero. Atua no Grupo Justiça e Democracia – IPOL/UnB. Tem interesse por métodos de pesquisa e políticas públicas.
Willian Washington Wives
Oficial de monitoramento e avaliação no UNICEF Brasil desde 2017. Foi Assistente de Pesquisa no IPEA-DF (2014-2016). Tem experiência nas áreas de política internacional, democracia digital, segurança no domínio cibernético, migração, pobreza multidimensional e cultura política. Seu interesse inclui métodos quantitativos e computacionais.
Milton Mendonça
Docente dos Programas de Pós-graduação em Administração Pública, Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto Brasileiro de Ensino Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). Sua área de pesquisa é presidencialismo, com ênfase nas relações Executivo-Legislativo, partidos, coalizões políticas e métodos.